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Polimorfismos nesse gene estão associados ao desequilíbrio do balanço entre a ingestão e o gasto de energia. Indivíduos com variações nesse gene apresentam maior risco para o desenvolvimento de obesidade e em especial com relação aos seguintes parâmetros: aumento do IMC, circunferência abdominal aumentada (reflete gordura da cavidade abdominal), e acúmulo de gordura subcutânea (estocada entre a pele e o tecido muscular) e também preferência por alimentos gordurosos. Assim como na população europeia, a frequência dessas variações está acima de 40% na população brasileira.

 

Indivíduos carreadores do alelo de risco podem reduzir o impacto da influência genética  em até 30% com a prática de atividade física. Segundo a Organização Mundial de Saúde preconiza para a população mundial a prática de no mínimo 150 minutos semanais de atividade física.

 

Em nosso teste Nutrivieé®, avaliamos mais de 100 variantes do DNA ( incluindo o Gene FTO ) distribuída em 14 perfis:

 

 

1 – Genes Associados à Obesidade
2 – Regulação do Metabolismo Lipídico
3 – Risco do Desenvolvimento de Diabetes Mellitus tipo 2
4 – Hipertensão Arterial e Sensibilidade ao Sódio
5 – Metabolismo do Folato
6 – Metabolismo da Vitamina D
7 – Metabolismo de Vitaminas
8 – MIND
9 – Intolerância à Lactose
10 – Intolerância ao Glúten
11 – Metabolismo da Cafeína
12 – Metabolismo do Álcool
13 – Modulação da resposta Inflamatória, Estresse Oxidativo e Destoxificação
14 – Bioenergética

 

O objetivo doNutrivieé® é identificar variantes genéticas que influenciam o risco do surgimento de doenças crônicas relacionadas ao padrão de dieta, como a obesidade, as dislipidemias e as intolerâncias alimentares. Este relatório descreve a relação de variantes genéticas do seu DNA (polimorfismos) que interferem na maneira como o seu corpo responde às suas atitudes, incluindo à sua alimentação e ao seu padrão de atividade física ou exercícios. Todos os polimorfismos analisados nesse laudo estão bem documentados na literatura científica, portanto conhecer o seu perfil genético proporciona a possibilidade de uma abordagem personalizada para reduzir e manter o peso ideal além de reduzir o risco de algumas doenças multifatoriais influenciadas pela predisposição genética.

 

Para ver o estudo sobre este Gene, clique aqui.

 

By: André Barreto

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, cerca de 13 milhões de brasileiros vivem com a doença, representando quase 7% da população. O diagnóstico é tardio e muitas complicações metabólicas influenciam o status de saúde das pessoas.

No contexto da Nutrição Molecular, alguns genes como TCF7L2 (Transcription Factor 7-like 2) se destacam porque apresentam estratégias nutricionais personalizadas, possibilitando assim condutas mais assertivas, contribuindo também para reduzir o risco cardiovascular. Estudos mostram que quanto mais adesão ao padrão de dieta do Mediterrânea o paciente carreador do alelo de risco tiver, mais benefícios e redução do risco para o desenvolvimento de diabetes, especialmente, diabetes mellitus tipo 2.

Como mostra a figura a seguir.

Saiba mais sobre o gene:

Este gene codifica um fator de transcrição que desempenha papel fundamental na via de sinalização Wnt. A proteína TCF7L2 tem sido implicada na homeostase sanguínea das concentrações de glicose, pois atua na repressão da expressão gênica do pró-glucagon em células enteroendócrinas. As variantes genéticas estão associadas a um risco aumentado de diabetes tipo 2.

By: Dra. Tatiane Fujii

A cafeína é um dos estimulantes mais consumidos no mundo e é encontrada em chás, café, chocolate, refrigerantes e bebidas energéticas, assim como em analgésicos e outros medicamentos. A cafeína é metabolizada por uma enzima hepática que é codificada pelo gene CYP1A2. Polimorfismos nesse gene resultam em níveis diferentes de atividade enzimática com consequente impacto na velocidade de metabolismo da cafeína. Dessa forma, o SNP avaliado no Nutrivieé® possibilita classificar indivíduos em “Metabolizadores rápidos” e “Metabolizadores lentos”. No caso de um “Metabolizador lento”, a cafeína pode ter um efeito estimulante mais duradouro ou provocar efeitos adversos. O efeito estimulante da cafeína ainda depende da quantidade da substância que é consumida, do tabagismo, ou utilização de fármacos que são metabolizados pela mesma CYP.

GENE CYP1A2

Esse gene codifica o membro da superfamília das enzimas citocromo P450, as quais catalisam inúmeras reações envolvidas com a metabolização de xenobióticos, incluindo a cafeína.

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By: André Barreto e Tatiane Fujii