Farmacogenética do HIV

Farmacogenética

Farmacogenética do HIV

O Centro de Genomas® oferece o teste de Farmacogenética do HIV, com ele é possível avaliar, a forma individual com que se tolera um determinado medicamento antirretroviral, através do perfil genético de cada paciente.

O conhecimento mais atual revela que a infecção pelo HIV causa muito mais do que a AIDS. Proporciona, a despeito do tratamento adequado com antirretrovirais, um inevitável curso de envelhecimento acelerado. Este envelhecimento inclui lesões de órgãos e tecidos levando a perda acelerada de função renal, hepática, coronariana com disfunção ventricular esquerda, osteoporose, lipoatrofia e atrofia cerebral com aceleração do processo demencial e depressão.

O mais importante é que os medicamentos podem causar toxicidades que se confundem com as manifestações da própria infecção pelo HIV. Os efeitos adversos dos antirretrovirais são notórios e importantes.

Todos os medicamentos apresentam um potencial de toxicidade em alguns pacientes, mas não em todos. Isso pode ser explicado pela presença de variações genéticas (polimorfismos genéticos) em cada individuo, o que influencia a forma como esse paciente responde aos medicamentos introduzidos e aos seus efeitos adversos.

Por isso, o Centro de Genomas® desenvolveu o exame Perfil Farmacogenético do HIV, pelo qual podemos ter ciência dessas variações e promover o bem-estar do paciente, ao diminuir a ocorrências de efeitos não desejados pelo uso da terapia medicamentosa.

A forma individual com que se tolera um determinado medicamento antirretroviral relaciona-se ao perfil genético presente em cada hospedeiro do vírus, ou seja, em cada paciente. Além disso, hábitos e comportamentos podem ter grande influência, cabendo ao médico, na escolha dos medicamentos, levar em consideração toda esta gama complexa de variáveis. Com esse exame, é possível avaliar os principais medicamentos antirretrovirais frente às suas principais toxicidades:

1. Análogos aos Nucleosídeos:

• AZT: Lipoatrofia – gene TNF α
• TENOFOVIR: Tubulopatia renal proximal – gene ABCC2 Osteopenia – Haplótipo H2 e VDR
• ABACAVIR: Hipersensibilidade grave – ALelo HLAB*5701

2. Não Análogos aos Nucleosídeos:

• EFAVIRENZ: Neurotoxicidade – CYP2B6

3. Inibidores da Protease:

• ATAZANAVIR: Hiperbilirrubinemia – gene UGT

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